| Colorido
das flores |
As pétalas e sépalas são magenta ou púrpura. O labelo é ametista púrpura
e na base é creme com estrias na cor púrpura. |
| Número
de flores por haste |
1,
2 até 3 flores por haste. |
| Tamanho
da flor |
De 8 a 10cm de diâmetro. |
| Condições
requeridas |
Não é considerada uma espécie muito difícil de cultivar desde que determinadas
condições sejam satisfeitas: Precisa de local bem ventilado e com luminosidade
elevada, em seu habitat, às vezes vegeta diretamente exposta ao sol. Requer
baixa umidade, pode ser bem regada durante o período de crescimento com
uma redução drástica durante os meses mais frios. Precisa secar rapidamente
por isto vegeta muito bem quando instalada em toco de madeira de casca
rugosa, de preferência em madeiras duras, como peroba, canela, com ou
sem casca, corticeira. Cultivo fácil em árvores vivas, como dracena, laranjeira,
cuitizeira, mulungu. corticeira. Quando colocada em vaso, deixar uma boa
camada de drenagem antes de colocar o substrato. Esta planta se ressente
do excesso de umidade e sombra. Pode ser cultivada em clima quente, temperado
ou frio. |
| Época
da floração |
A maior parte das plantas florescem de abril até junho como as plantas
da sub-espécie walkeriana mas tem outras plantas como as da sub-espécie.
princeps que floresce de setembro até novembro. A Cattleya walkeriana
é dividida em, pelo menos, três sub-espécies: walkeriana, bulbosa
e princeps. |
| Origem |
Endêmica para o Brasil, ocorre nos estados de Goiás, Mato Grosso, Minas
Gerais e São Paulo. |
| Comentários |
Existem diversos híbridos naturais desta espécie: Dois recentemente descritos:
Cattleya x joaquiniana (com C. bicolor) e Cattleya
x mesquitae (C. walkeriana 'princeps' x C. nobilior).
Cattleya x dolosa (with C. loddigesii) e dois híbridos
naturais secundários com a Cattleya x dolosa: Cattleya
x o'brieniana (com C. loddigesii) e C. x schroederaana
(com C. bicolor). Também existe um híbrido integenérico com Schomburgkia
crispa: Schombucattelya x felix, também
recentemente descrito. |