| Colorido
das flores |
Colorido muito variável. As sépalas e pétalas são cerosas e pintalgadas
de púrpura escuro ou marrom-avermelhado. Elas podem ser verdes ou variar
do amarelo-esverdeado passando por diversas tonalidades até ao chegar
ao verde-oliva. Os lóbulos laterais do labelo podem ser esbranquiçado
e encobrem a coluna. O lóbulo mediano é ametista-purpúreo. |
| Número
de flores por haste |
Normalmente de e 5 a 10 ou até mais flores mas pode florir com 20 ou até
mesmo 30 flores perfumadas que emergem da espata já seca. |
| Tamanho
da flor |
De 5 a 8cm de diâmetro mas pode ser bem maior. |
| Condições
requeridas |
Deve ser cultivada em clima temperado ou quente e normalmente vegeta em
pleno sol. Precisa ser bem regada durante o período de crescimento reduzindo
durante o inverno. Aplique um adubo nitrogenado semanalmente durante o
período de crescimento e uma fórmula fosfatada nos 3 meses que antecedem
a floração. Uma excelente ventilação é fundamental. A haste caulinar pode
atingir 1m de altura. |
| Época
da floração |
Floresce normalmente no verão, no outono ou mesmo no inverno, dependendo
do ambiente ou da origem da planta. |
| Origem |
Espécie endêmica para o Brasil, ocorre nos estados de Alagoas, Bahia,
Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio
de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo. |
| Comentários |
Esta
espécie ocorre, em regiões quentes desde o nível
do mar até 600 m de altitude. Seu habitat apresenta um clima de
60 a 80% de umidade atmosférica e a temperatura gira, em alguns
lugares em torno de 25º e, em outros, chega 50º C como é
o caso das restingas onde vegeta junto à Cattleya intermedia,
possibilitando o híbrido C x picturata. Nestes locais, ela
vegeta em arbustos baixos, árvores pequenas e até em cactus,
alastrando-se também para a areia pura e espalhando as raízes
à distância e a 10cm abaixo da superfície da areia.
|