João A. N. Batista

Universidade Federal de Minas Gerais
Depto. Botânica
Av. Antônio Carlos 6627
Pampulha
C.P. 486
Belo Horizonte, MG
31270-910
Brasil.
janb@icb.ufmg.br
Luciano de Bem Bianchetti

Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia
Parque Estação Biológica
Final Av. W5 Norte
C.P. 02372
Brasília, DF
70770-901
Brasil.
bianchet@cenargen.embrapa.br

Trabalho publicado originalmente na Novon, revista de nomenclatura botânica do ‘Missouri Botanical Garden’, volume 16, páginas 17 a 22, em 25 de maio de 2006.

Resumo. Cyrtopodium macedoi, uma nova espécie (Orchidaceae, Cymbidieae, Cyrtopodiinae) do Cerrado do Brasil central é descrito e ilustrado. A espécie foi coletada pela primeira vez em 1951, mas identificada erroneamente como Cyrtopodium vernuum . A principal característica distintiva da espécie é a base e a região da corola entre os lobos laterais do labelo fortemente deflexa, quase paralela ao lobo mediano. A espécie é aparentemente rara e até o momento, conhecida de apenas duas localidades na região do Triângulo Mineiro, no oeste estado de Minas Gerais, no sudeste do Brasil.

Palavras-chave: Orchidaceae, Cymbidieae, Cyrtopodiinae, Cyrtopodium, cerrado, Brasil.

Cyrtopodium, um gênero Neotropical distribuído do sul da Flórida a norte da Argentina, contém aproximadamente 45 espécies, 36 das quais ocorrem no Brasil. O centro de diversidade do gênero é cerrado do Brasil central, onde ocorrem cerca de 28 espécies. O cerrado é uma vegetação de savana, rico em espécies cobrindo cerca de 2 milhões de km2 do Brasil central (Ratter et al. 1997). Uma área particularmente rica em espécies de Cyrtopodium é o Distrito Federal, localizado na região central do cerrado, onde são conhecidas 18 espécies (Batista & Bianchetti, 2003).
Cyrtopodium inclui principalmente espécies terrestres e umas poucas epifíticas e ripícolas e ocupa vários tipos de habitats, incluindo campos abertos, cerrado típico, encostas pedregosas e áreas úmidas a brejosas. Apesar das flores vistosas de muitas espécies, a maior parte das espécies é desconhecida e raramente vistas em cultivo. Essa situação mudou em parte nas ultimas décadas com a crescente ocupação humana do cerrado, que tornou o acesso a essas plantas mais fácil. Como conseqüência o interesse no cultivo do gênero entre colecionadores cresceu nos últimos anos, ao menos localmente no Brasil.
As principais referências taxonômicas para o gênero são os trabalhos de Cogniaux (1898-1902) na Flora Brasiliensis e Hoehne (1942) na Flora Brasilica. Warming (1884) e, mais recentemente, Menezes (2000) forneceram ilustrações coloridas e observações sobre o habitat e preferências ecológicas das espécies.
No curso do exame de material herborizado de Cyrtopodium localizado nos principais herbários brasileiros (ALCB, BHCB, BOTU, CEN, CESJ, CPAP, CVRD, EAC, EAN, ESA, HB, HBR, HEPH, HRCB, HUEFS, HUFU, IBGE, ICN, MBM, OUPR, PACA, R, RB, SP, SPF, UEC, UFG, UB, UPCB), como parte de uma revisão do gênero pelos autores, nós encontramos uma espécie representada por uma única coleta do sudeste do Brasil que não foi possível associar a nenhuma das espécies conhecidas no gênero. A recoleta e o exame de plantas vivas da mesma localidade, 52 anos após a coleta original, mostraram que esse táxon representa uma nova espécie descrita aqui como Cyrtopodium macedoi.

Figura 1.
Cyrtopodium macedoi
J.A.N. Batista & Bianchetti.
A. Inflorescência e flores na antese.
B. Flor, vista frontal
C. Flor, vista lateral
D. Labelo, vista de trás
E. Calo
F. Hábito, cerca de 1-2 meses após a floração
G. Perinato
H. Variação na morfologia do labelo
I. Variação no perianto
Desenhado do material tipo, Batista & Bianchetti 1306, exceto H e I (Macedo 3385), por Simone C. Souza e Silva.

Cyrtopodium macedoi J. A. N. Batista & Bianchetti
Novon vol 16/17:22. 2006

TIPO: Brasil. Minas Gerais: floração em cultivo em Brasília de Setembro ao começo de Outubro 2003, J.A.N. Batista & L.B. Bianchetti 1306 (holótipo, CEN; isótipos: K, MO, SP). Figuras 1-9.

Cyrtopodium macedoi partibus vegetativis C. caiapoensi L.C. Menezes simile, morphologia florali C. poecilo Reichenbach.f. & Warming simile et florum colore C. pallido Reichenbach.f. & Warming simile, sed a his et ab omnibus speciebus generis basi labelli et parte intra lobos laterales fortiter deflexa, fere parallele ad basim lobi centralis disposita et calo erecto, integro, paulo vel non verrucoso, omnino disposito in basi lobi centralis labeli differt.

Erva terrestre; pseudobulbos completamente enterrados a parcialmente expostos, pequenos, oblongos, ápice agudo, desprovidos de folhas a partir do segundo ano, externamente brancos, 6-11 x 0.8-2.3 cm; raízes numerosas, 3.5-4 mm larg., glabras. Folhas na antese 6 a 9, parcialmente a bem desenvolvidas, (13)20-41 x (0.5)0.7-1(1.4) cm, base com 4 ou 5 bainhas, quando completamente desenvolvidas 9 a 12, eretas, coriáceas, linear a linear-lanceoladas, as mais desenvolvidas 37-68 x 1-1.9 cm, articuladas, articulação 2.5-4 cm do ápice do pseudobulbo, ápice acuminado. Inflorescência lateral, ereta, simples a ramificada, 24-37 cm compr., ca. 0.5 cm diâmetro, verde; pedúnculo 11-22 cm, com 2 brácteas em forma de bainhas, adpressas, 1.7-3.6 x 1-1.3 cm, cor de palha; raquis 12-14 cm compr.; ramos laterais 0 a 2, curtos, 4-5.5 cm compr.; brácteas florais bem desenvolvidas, largo-lanceoladas, deflexas, aproximadamente do mesmo tamanho ou pouco mais curtas do que o ovário pedicelado, 19-28 x 9-12 mm, ápice agudo, margens ligeiramente onduladas, verde com manchas marrom-esverdeadas; ovário com pedicelo 16-23 mm compr., perpendicular à raquis, verde a verde-amarronzado. Flores ca. 15, com odor adocicado suave; sépalas e pétalas patentes, concavas, margem lisa, em direção ao ápice onduladas, ápice discretamente apiculado, verde com manchas marrons ou marrom-arroxeadas; sépalas largo-lanceoladas a largo-elipticas; sépala dorsal 14-27 x 9-11.5 mm; sépalas laterais ligeiramente obliquas, 14-26 x 9-11 mm; pétalas obovadas a quase orbiculares, base cuneada, ápice obtuso a rotundado, 10-19 x 9-10 mm; labelo 3-lobulado, 9.5-12 mm compr., quando distendido 14-19 mm entre os ápices dos lobos laterais; base curto-unguiculada, ca. 2 mm compr., branca; base e região entre os lobos laterais fortemente deflexa, quase paralela a base do lobo central; lobos laterais eretos, face interna curvada para frente ca. 45o, obovado-oblonga falcada a linear falcada, 6-8 x 2.5-5 mm, ápice arredondado, base discretamente a evidentemente constrita, margem inteira, lisa, rósea; calo inteiro, pouco ou não verrucoso, neste caso liso, protuberante, ereto, completamente posicionado na base do lobo mediano, não expandido entre os lobos laterais, superfície superior ligeiramente sulcada, esbranquiçado; istmo separando os lobos laterais do lobo mediano evidente; lobo mediano com a base 1-3 mm compr., constrita, reniforme a transversalmente elíptico, 6-8 x 9-12 mm, ápice quando expandido retuso, margens laterais revolutas, lisas, esbranquiçado com alguns pontos róseos no centro e uma larga faixa rosa nas margens; coluna ereta, arqueada, trigona, 6-8 mm compr., 3.5-4 mm de largura no ápice, apiculada, base esbranquiçada, parte mediana branco-lilás e em direção ao ápice verde a verde-arroxeada; pé da coluna 4-5 mm compr.; antera 2.5-3 x 1.5-1.8 mm, amarela, ápice verde; políneas duas, cerosas, sulcadas, ca. 1 x 0.9 mm, amarelas; estipe triangular, hialina, ca. 1.3 mm de largura na base. Fruto não examinado.

Etimologia. A nova espécie é denominada em homenagem a Amaro Macedo que coletou a espécie pela primeira vez em 1951 e cujas coletas intensivas na região do Triângulo Mineiro contribuíram enormemente para o conhecimento da flora dessa região.
Distribuição. Cyrtopodium macedoi é até o momento conhecido apenas de duas localidades na região do Triângulo Mineiro, região oeste do estado de Minas Gerais no sudeste do Brasil. Pouco sobrou da vegetação nativa na área. Todavia, devido à existência de outras regiões com vegetação e clima similares no bioma cerrado do Brasil central, espera-se que a espécie ocorra em outras localidades, mais provavelmente na região central do cerrado. Tendo como base o conhecimento atual sobre a espécie e usando as categorias e critérios da lista vermelha das espécies ameaçadas de extinção da World Conservation Union (IUCN, 2001), C. macedoi pode ser classificado como ameaçado.
Habitat, Ecologia e Fenologia. Cyrtopodium macedoi é aparentemente típico de habitats secos e foi encontrado crescendo em vegetação de campo limpo seco e campo sujo sobre latosolo argiloso, profundo bem como sobre solo raso, rochoso em encostas. No primeiro caso as plantas eram vegetativamente mais bem desenvolvidas e tinham os pseudobulbos completamente enterrados no solo (Fig. 2). Cyrtopodium poecilum Rchb.f. & Warm., C. cristatum Lindl., Cyrtopodium brandonianum Barb. Rodr. e C. caiapoense L.C. Menezes são espécies simpátricas encontradas nos mesmos tipos de habitats. De modo similar a maioria das espécies de Cyrtopodium no Brasil central, C. macedoi floresce durante o começo do período chuvoso, em outubro, mas a floração provavelmente estende-se ao final de setembro e o começo de novembro. Como em outras espécies terrestres do gênero, a floração do C. macedoi é grandemente estimulada por fogo (Oliveira et al. 1996). Em 2002 e 2003, nenhuma planta com flores foi encontrada nas excursões as duas localidades onde a espécie ocorre. Todavia, plantas coletadas dessas duas localidades em 2002 e mantidas em cultivo floresceram profusamente quando submetidas a um fogo controlado em 2003 (cinco de sete plantas floresceram depois de queimadas). Na etiqueta da coleta Macedo 3385, não há nenhuma menção a ocorrência de fogo, mas as pontas das folhas estão secas e faltando um pedaço, sugerindo que possam ter sido afetadas por fogo em um estágio inicial de desenvolvimento.

Cyrtopodium macedoi foi coletado pela primeira vez por Amaro Macedo in 1951, e foi através dessa coleta que tomamos conhecimento da existência da espécie. Uma primeira excursão ao local original de coleta revelou diversas plantas, mas nenhuma em floração. Apenas após a floração de algumas plantas mantidas em cultivo na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia em Brasília é que foi possível examinar as flores mais detalhadamente e confirmar definitivamente que se tratava de uma espécie nova. A coleta feita pelo Amaro Macedo (Macedo 3385) foi examinada pelo saudoso orquidólogo F.C. Hoehne que, por engano, identificou-a como C. vernuum Rchb.f. & Warm. Marcela I. Sánchez, que examinou uma duplicata da coleta do Amaro Macedo, localizada no ‘United States National Herbarium’ (US), identificou-a como C. vernuum var. ligulatum. Todavia, até onde foi possível averiguar, essa variedade nunca foi validamente descrita. Adicionalmente, C. macedoi certamente não é uma variedade do C. vernuum e de acordo com o código internacional de nomenclatura botânica (Greuter et al. 2000) um nome não tem prioridade fora da categoria taxonômica na qual foi publicada (art. 11.2).
Uma característica distintiva do C. macedoi, não encontrada em nenhuma outra espécie do gênero, é a base e a região entre os lobos laterais do labelo que é fortemente deflexa e quase paralela ao lobo central do labelo (Fig. 7). Também o calo do C. macedoi é incomum no gênero, uma vez que é pouco ou não verrucoso, é protuberante e está completamente posicionado na base do lobo central (Figs. 7 e 8), enquanto na maior parte das outras espécies o calo é normalmente bastante verrucoso e disposto entre os lobos laterais do labelo, atingindo frequentemente o unguículo.
Comparado às outras espécies do gênero, C. macedoi é similar e pode ser facilmente confundido nos caracteres vegetativos com o C. caiapoense L.C. Menezes. Todavia, C. caiapoense tem sépalas amarronzadas e pétalas com as margens fortemente onduladas, o istmo separando o lobo central dos lobos laterais do labelo mais curto e menos evidente e os lobos laterais do labelo não falcados. Na morfologia geral e cor das flores, C. macedoi é similar ao C. poecilum Rchb.f. & Warm., particularmente ao C. poecilum var. roseum J.A.N. Batista & Bianchetti, que tem o labelo róseo. Todavia, C. poecilum tem os pseudobulbos externamente vinosos (comparar com fig. 3), folhas em menor número [5 ou 6(7)] e mais largas (0.8-5.5 cm), os lobos laterais do labelo paralelos, um calo maior, profundamente sulcado e que se estende até a base do labelo (comparar com figs. 4-6). Cyrtopodium macedoi também é similar na morfologia e cor das flores ao C. fowliei L.C. Menezes, mas essa ultima espécie é de campos estacionalmente úmidos, do sudeste do Brasil a Venezuela, tem pseudobulbos menores (3-5 x 1-2.5 cm) que são externamente vinosos, menor número de folhas (4-6) e lobos laterais do labelo mais curtos [4-5(6) x (4)5-6(7) mm], paralelos e não falcados. Na coloração geral das flores, C. macedoi é similar ao C. pallidum Rchb.f. & Warm., mas essa espécie é tipicamente de solos escuros, areno-argilosos, de áreas mais úmidas, tem pseudobulbos menores (2.5-3.5 X 0.8-1 cm), menor número de folhas (4-6), a inflorescência invariavelmente simples a flores menores (sépalas (8)10-11(13) X 6-8(11) mm). Por ultimo, C. vernuum , com o qual C. macedoi foi previamente confundido, tem pseudobulbos maiores (7-18 x 1.5-4 cm) e tipicamente expostos, a inflorescência mais ramificada com (0)2-3(4) ramos laterais com (5)8.5-20(22) cm de comprimento, flores amarelas com pontuações vermelhas nas margens das sépalas e pétalas e lobos laterais do labelo oblongos e não falcados.
Nas flores mais velhas do C. macedoi, a coluna dobra-se para baixo ou o labelo move-se para cima de modo que o polinário no ápice da coluna encosta e fica acomodado sobre o calo, encaixando-se exatamente na depressão do centro do calo (Fig. 9). Em 24 anos de coleta e após examinar centenas de plantas vivas e flores de várias espécies do gênero nunca observamos algo similar a este arranjo em qualquer outra espécie do gênero. O significado desta organização é desconhecido.

Parátipos. BRASIL. Minas Gerais: A. Macedo 3385 (SP, US); J.A.N. Batista, K.F. Pellizzaro, M.C.D. Macedo & J.B. Santos 1441 (CEN, K, MO, SP).

Agradecimentos. Os autores agradecem ao Amaro Macedo e a sua filha, Maria do Carmo D. Macedo, pelo suporte logístico e assistência durante nossas excursões a região do Triângulo Mineiro. Também, agradecemos ao curador do herbário SP pelos empréstimos, Simone C. Souza e Silva pela ilustração a nanquim, Tarciso Filgueiras pela diagnose latina, Stephen Hyslop pela revisão da versão em inglês, Victoria Hollowell e três revisores anônimos por melhorias no artigo.

Bibliografia

Batista, J. A. N. & L. B. Bianchetti. 2003. Lista atualizada das Orchidaceae do Distrito Federal, Brasil. Acta Bot. Bras. 17(2): 183-201.

Cogniaux, A. 1898-1902. Orchidaceae II. Cyrtopodium. Pp. 356-375 in C.F.P. Martius, A.G. Eichler & I. Urban (editors), Flora Brasiliensis, Vol. 3, Part 5. R. Oldenbourg, Munich.

Greuter, W., J. McNeill, F. R. Barrie, H. M. Burdet, V. Demoulin, T. S. Filgueiras, D. H. Nicolson, P. C. Silva, J. E. Skog, P. Trehane, N. J. Turland & D. L. Hawksworth (Eds.) 2000. International Code of Botanical Nomenclature (Saint Louis Code) Regnum Veg. v. 138. Koeltz Scientific Books, Königstein.

Hoehne, F. C. 1942. Orchidaceas. Cyrtopodium. Pp. 8-35, tab. 4-23 in F.C. Hoehne (editor), Flora Brasilica, Vol. 12, Part 6. Secretaria da Agricultura, Indústria e Comércio de São Paulo, São Paulo.

IUCN, 2001. IUCN Red List Categories and Criteria. Version 3.1. Prepared by the IUCN Species Survival Commission. IUCN, Gland, Switzerland.

Menezes, L. C. 2000. Genus Cyrtopodium: espécies brasileiras. Ed. IBAMA, Brasília.

Oliveira R. S., J. A. N. Batista, C. E. B. Proença & L. B. Bianchetti. 1996. Influência do fogo na floração de espécies de Orchidaceae em cerrado. Pp. 61-67 in Anais do Simpósio Impacto das Queimadas sobre os Ecossistemas e Mudanças Globais. 3o Congresso de Ecologia do Brasil, Brasília-DF.

Ratter, J. A., J. F. Ribeiro & S. Bridgewater. 1997. The Brazilian cerrado vegetation and threats to its biodiversity. Ann. Bot. 80: 223-230.

Warming, E. 1884. Symbolae ad floram Brasiliae centralis cognoscendam. Part. 30. Orchideae 2. Videnskabelige Meddelelser fra den naturhistoriske Forening i Kjöbenhavn 5-8: 86-99.


Figura 2.
Hábito, planta não florida no habitat natural durante o período de floração, no final de outubro.
Figura 3.
Pseudobulbos desenterrados.


Figura 4.
Inflorescência.


Figura 5.
Flor, vista frontal.

Figura 6.
Flor, vista lateral.

Figura 7.
Labelo, vista lateral. Observe a base do labelo fortemente deflexa.
Figura 8.
Labelo e coluna, vista frontal.


Figura 9.
Labelo e coluna em flor velha, vista frontal. Observe que a antera encosta e ajusta-se sobre o calo.

     Fotos enviadas pelos autores

Expressamente proibido qualquer tipo de uso, de qualquer material deste site (texto, fotos, imagens, lay-out e outros), sem a
expressa autorização de seus autores, sob pena de ação judicial. Qualquer solicitação ou informação pelo e-mail orquideas@superig.com.br