Orchid News # 34
XIX WOC


A influência das espécies de CATTLEYA nos híbridos modernos
                                                                                    por Gene Crocker

No princípio eram as espécies de Cattleya e as espécies de Cattleya eram boas. Mas o homem, olhando para elas disse: “Nós podemos fazê-las melhor. Nós podemos fazê-las possuir uma forma mais arredondada e segmentos cheios. Nós podemos fazê-las apresentar todas as cores do arco-íris. Nós podemos fazer algumas muito grandes e outras muito pequenas. Algumas terão flameados nas sépalas e pétalas, algum terão as margens com uma cor diferente e nós desejamos que algumas sejam pretas!" O homem então dedicou-se a fazer estas coisas não sabendo que isto levaria mais do que 150 anos e não sabendo também que as pessoas diriam "Devolvam nossas espécies!" É verdade que o mundo onde todas as cattleyas têm a mesma forma arredondada e no qual todas elas coloridos de "designer" pode se tornar tedioso mas é também verdade que os hibridadores através dos anos têm produzido maravilhosas cattleyas que gozam de muito popularidade. O objetivo desta apresentação é mostrar como foram obtidos alguns híbridos. Para fazer isto, é preciso começar pelas espécies, cada espécie de Cattleya tem uma característica única que é transmitida à progênie.
Um dos primeiros objetivos dos primeiros hibridadores era o desenvolvimento de cattleyas com segmentos largos se sobrepondo e com forma cheia. Algumas espécies possuem uma forma relativamente boa na natureza, mas uma se destaca - Cattleya trianaei. Os primeiros prêmios para os clones de Cattleya trianaei, e as fotografias e pinturas destes primeiros clones nos mostram uma forma que se destaca. Um exemplo corrente é a Cattleya trianaei 'Mary Fennell, HCC/AOS, que foi coletada na Colômbia, em 1888 e ainda sobrevive das coleções atuais. Outros clones que demonstram a boa forma são C. trianaei 'Newberry', uma seedling de um auto cruzamento usando a o clone 'Mary Fennell', C. trianaei 'A.C. Burrage', FCC/AOS e o clone de descoberta mais recente, Cattleya trianaei 'Jungle Feather'., C. trianaei 'Jungle Feather'.
Cattleya trianaei floresce na metade do inverno em espatas lançadas no verão precedente. Híbridos de Cattleya com forma vistosa como a C. Horace 'Maxima', AM/AOS, mostra a dominância da forma da C. trianaei na primeira e segunda gerações. Elas também tendem a florir em janeiro e fevereiro .
A segunda espécie com boa forma é a Cattleya percivaliana da Venezuela. O clone C. percivaliana 'Summit' que foi coletado em 1922 e premiiado com FCC/AOS, em 1972, tem particularmente uma boa forma que transmite para sua progênie. C. Mark Rose (Cattleya Horace 'Maxima, AM/AOS x C. percivaliana 'Summit', FCC/AOS) tem uma forma igual a qualquer dos modernos híbridos. Outro híbrido bem proporcionado é a C. Gene's Dream, um cruzamento de C. Gravesiana (lueddemanniana x mossiae) com Cattleya percivaliana 'Summit', FCC/AOS. Cattleya percivaliana é conhecida como "orquídea do Natal" por causa de seu período de florescimento em dezembro. A mutação tetraploide de C. percivaliana 'Summit', FCC/AOS está agora sendo usada para produzir híbridos superiores para o período de férias de novembro/dezembro.
Cattleya mossiae não é especialmente dominante por sua boa forma mas tem floração na primavera o que é válido para as exposições de primavera. Freqüentemente chamada de "Orquídea da Páscoa", é muito florífera e floresce a partir de espatas lançadas no verão anterior. Seus híbridos tendem a florir muito e constituíram as flores de corte no mercado dos anos entre 1930 e 1950 quando os corsages (buquês) estavam na moda. Certos clones desta época que possuem um tamanho grande e melhor forma e ainda são populares hoje em dia. Um deles é C. mossiae 'Ed Patterson', AM/AOS. Existe um clone tetraploide, 'Featherhill', que tem segmentos mais largos e substância mais pesada. Ele é de origem mais recente e só agora começa a ser usado em hibridação. Dois clones foram premiados como C. mossiae, mas parecem ser C. Gravesiana (lueddemanniana x mossiae), eles são 'Panther Creek', AM/AOS and 'Willowbrook', FCC/AOS. Mesmo o clone 'R.E. Patterson' muito usado por Patterson Orchids parece ser uma C. Gravesiana. Como na maioria das espécies de Cattleya com flores grandes, existem clones de alba e semi-alba e foram usados para produzir híbridos com estas cores. Cattleya lueddemanniana é outra espécie da Venezuela que floresce um pouco mais tarde na primavera, com uma temporada se sobrepondo à C. mossiae. Clones desta espécie possuem grande forma e transmitem esta forma para sua progênie. Isto é verdade para os clones alba e semi-alba existem clones “azuis” de qualidade.
Cattleya warscewiczii é originária da Colômbia e produz flores enormes assim que as novas brotações amadurecem no princípio do verão. As três características C. warscewiczii são (1) tamanho grande, (2) numerosas florações por bulbo e (3) os olhos amarelos no labelo. Estas características são transmitidas à sua progênie, mas infelizmente a textura fina e a substância pobre também são transmitidas. As flores não são muito duráveis. Por estas razão não tem sido muito usadas em hibridação mas os grandes olhos amarelos no labelo são dominantes e continuam a aparecer nas sucessivas gerações. Blc. Bryce Canyon 'Splendiferous', AM/AOS ilustra os grandes olhos de warscewiczii.
Cattleya warneri originária do Brasil floresce no final da primavera e possui flores grandes e relativamente com boa forma, especialmente so clones alba mas tem sido escassamente usada em hibridação.
Cattleya labiata, a espécie na qual o gênero foi baseado, vem do Brasil. Floresce no outono a partir de broto lançado na primavera e no outono. Os botões abrem com o encurtamento dos dias e produtores de flores para corte aprenderam que através da iluminação das plantas (duração do dia) eles podem atrasar a floração até a primavera. Depende também da temperatura noturna em torno de 15ºC ou mais elevada. Os híbridos de Cattleya que possuem C. labiata muito recentemente são também controláveis pela luz. Alguns dos mais finos “azuis” vêm da C. labiata. Existem também excelentes clones de semi-alba de C. labiata, como 'Cooksoniae'..
Híbridos modernos em lavanda, branca e semi-alba obtidos a partir destas espécies possuem uma forma quase perfeita e cores clara.
Quando consideramos híbridos amarelos e vermelhos, não existem espécies que darão facilmente híbridos grandes e de boa forma. Nestas cores os hibridadores tiveram os maiores desafios.
Existem espécies amarelas de Cattleya, Cattleya aurea e Cattleya dowiana. No passado eram consideradas como uma espécie só, mas o comportamento diferente na hibridação é suficiente para sugerir que elas são espécies distintas. Cattleya aurea vem da Colômbia e a Cattleya dowiana é de Costa Rica e Panamá. Ambas são amarelas e estou certo que os primeiros hibridadores esperavam que eles pudessem produzir híbridos amarelos. Muito cedo, porém, eles aprenderam que estas duas espécies não têm o mesmo comportamento e nenhuma das duas produzem híbridos amarelos.
Em 1920, John P. Mossman fez a seguinte declaração. "Nós usamos mais Cattleya dowiana como matriz do que qualquer outra Cattleya porque ela gera híbridos com veios amarelos na garganta e intensifica a cor de toda a flor. Cattleya aurea põe cor na garganta do labelo também mas não intensifica a cor das sépalas e pétalas como a Cattleya dowiana faz. Se estamos usando uma planta como matriz que possua sépalas e pétalas brancas, nós não pensaríamos nunca em usar Cattleya dowiana no cruzamento já que isto sempre coloca um rastro de rosa nas pétalas e sépalas dos híbridos. Cattleya aurea não produz este resultado desde que a outra matriz seja branco puro. Aparentemente a cor amarela de Cattleya aurea não tem muita influência na flor branca exceto para transmitir o rico colorido do labelo e os belos veios na garganta." (1)
Cattleya dowiana cruzada com a C. labiata lavanda gera a muito escura Cattleya Fabia. Quando cruzamos Cattleya aurea com Cattleya labiata semi-alba e obtivemos uma variedade de Cattleya Fabia que é branca com um sólido labelo escuro. Muitas possuem belos veios no labelo e brilhantes olhos amarelos.
Híbridos escuros de Cattleya dowiana foram usados para produzir famosas cattleyas escuras como Lc. Elizabeth Off 'Sparkling Burgundy', FCC/AOS e Blc. Oconee 'Mendenhall', AM/AOS. Blc. Oconee é um cruzamento de Lc. Belle of Celle 'Waiomao' x Brassolaeliocattleya Norman's Bay 'Lucille', FCC/AOS. O cruzamento foi feito no Hawaii por Ernest Iwanaga e uma grande quantidade estava florida no Carter & Holmes na Carolina do Sul. O clone superior em termos de floração é o 'Mendenhall' que se tornou uma das mais famosas matrizes da atualidade. Lc. Belle of Celle é 50% Cattleya dowiana e Blc. Oconee é 43% Cattleya dowiana. Isto dá uma grande capacidade de transmitir a cor escura e de produzir vermelho quando cruzada com outros que tenham a cor amarelo ou a cor laranja. .
Nos anos 60, Dr. Philip Ilsley publicou algumas informações sobre sua experiência no cruzamento de flores escuras com flores alaranjadas, especialmente Lc. Maria Ozzella (Lc. Lee Langford x C. Nigrella) como um exemplo de destaque. Ele e outros hibridadores observaram que em alguns cruzamentos de cattleya escura os pigmentos das folhas eram aparentemente "sap soluble", de tal maneira que o púrpura escuro cruzado com alaranjado não resultaria em uma mistura das duas cores mas um vermelho definido.
Usando Blc. Oconee 'Mendenhall' como matriz, Bill Carter produziu um número de boas e grandes flores vermelhas como a Brassolaeliocattleya Port Royal Sound (x Lc. Amber Glow), Blc. Edisto (x Lc. Maria Ozzella), Blc. Lynche's River (x Lc. Mary Ellen Carter), Blc. Fort Watson (x Lc. S.J. Bracey), e Blc. Owen Holmes (x Blc. Harlequin). Os vermelhos na Blc. Owen Holmes era de alguma maneira quebra-cabeça até que descobrimos que Blc. Harlequin é 46% de Cattleya dowiana e 25% de Laelia tenebrosa. A partir disto, descobrimos que os melhores vermelhos de Blc. Oconee eram os cruzamentos onde a outra matriz tinha uma parcela significante de Laelia tenebrosa em seu pedigree.
Cruzamento dentro da linhagem de Blc. Oconee gerou Blc. Eagle Island 'Sangria' AM/AOS, intensamente escura e uma Brassolaeliocattleya Michael Crocker 'Mendenhall' grande e escura.

A obtenção de amarelo e laranja de qualidade nos híbridos de cattleya se baseia no uso de laelias brasileiras. Estas laelias de colorido brilhante como a alaranjada Laelia cinnabarina e o amarelo da Laelia flava são responsáveis pelas ricas cores amarelas e alaranjadas dos híbridos de cattleya. Lc. Golden Bob foi registrado em 1968 e é resultante da Laelia cinnabarina sendo cruzada com a Cattleya Kreszentia, branca e grande e o resultado cruzado novamente com Cattleya Kreszentia. As flores deste cruzamento têm uma forma relativamente boa e as cores foram igualmente divididas como segue: lavenda, pêssego, amarelo claro, amarelo-manteiga e branco. O cruzamento com formas amarelas dela e de cruzamentos similares gerou grandes flores com uma boa cor amarela e uma boa forma. Híbridos amarelos com Laelia em seu background pode ser cruzado com Cattleya aurea e manter o colorido amarelo enquanto adquiri o labelo vermelho escuro e belamente ornado de veios da C. aurea
A bifoliada Cattleya bicolor tem sido usada para dar substância e segmentos espalmados nos híbridos amarelos e vermelhos, mas pode gerar um labelo em forma de pá (faltando os lobos laterais) em alguns híbridos, mesmo depois de diversas gerações.
O grupo de seedlgins florindo pela primeira vez de Lc. Mary Ellen Carter (Lc. Amber Glow x Lc. S.J. Bracey) mostra a grande variação de colorido e forma do labelo, alguns com labelo “em pá”, alguns com labelos plenos, vermelho-escuros com veios originados da C. aurea, e alguns com grande quantidade amarelo no labelo também herdado da C. aurea. Um dos melhores destes cruzamentos é Lc. Mary Ellen Carter 'Dixie Hummingbird', HCC/AOS, que apresenta muita influência da C. aurea.
Nós também podemos ver as características da C. aurea na Potinara Susan Fender 'Cinnamon Stick', AM/AOS (Pot. Caesar's Head x Lc. Mary Ellen Carter). Outros clones de Pot. Susan Fender como 'Newberry', 'Cover Girl', e 'Flash Point' apresentam características similares.

Cinqüenta anos atrás a maior parte dos híbridos amarelos de cattleya tinham flores deformadas. As extremidades das pétalas engrossavam e se torciam. Freqüentemente isto não aconteciana primeira floração dos seedligns, mas à medida que a planta envelhecia esta condição se tornava mais pronunciada a cada floração.Muitas vezes as florações eram apenas reconhecíveis. Os antigos híbridos de amarelo eram também plantas fracas com folhas e pseudobulbos finos.
Cruzando os híbridos de amarelos com Brassavola (Rhyncolaelia) digbyana normalmente reduzia a deformidade mas também diluía a cor e produzia pesadas nervuras medianas nas pétalas o que as fazia não serem espalmadas. A influência da digbyana não melhorava o vigor das plantas.
Recentemente, a deformidade os amarelos foi superada fazendo cruzamentos com brancos e lavanda padrões e cruzando-os de volta com outros amarelos. Isto melhorou o vigor e aperfeiçoou a forma das flores. Bons exemplos são a Blc. Toshie Aoki e a Brassolaeliocattleya George King. Blc. Toshie Aoki é bisneta da famosa e grande Blc. Norman's Bay. A pétala flameada provavelmente é derivada da Lc. Lustre 'Westonbirt' no ancestral da Blc. Norman's Bay. Blc. Toshie Aoki é um grande hibrido por ele mesmo mas também produz alguns resultados maravilhosos.

Blc. George King é um cruzamento da amarela concolor Blc. Buttercup com a branca de forma excelente Cattleya Bob Betts. Brassolaeliocattleya George King 'Serendipity' AM/AOS tem uma bonita cor pêssego ou salmão e é especialmente vigorosa, florindo mais de uma vez ao ano. Quando é cruzada com híbridos amarelos, resulta geralmente em produtos amarelos de qualidade Brassolaeliocattleya Jimmy Cook (x Pot. Frank Gilmore) e Blc. Delta King (Lc. John Sexton). Por volta de 1994, em grupo de 200 mericlones de Blc. George King 'Serendipity' floriu no Aranbeem Orchids na Australia, uma planta era amarela claramente mutante com labelo rosa. Foi dado o clonal nome de 'Southern Cross', e, subseqüentemente, recebeu o “Award of Merit” da American Orchid Society. Hibridos feitos com o clone 'Southern Cross' produzem amarelos claros dos híbridos feitos com o clone “Serendipity'.
No orquidário Carter & Holmes nós usamos a Lc. Palolo Bronze, outra derivada de C. Bob Betts, para produzir amarelos e vermelhos de qualidade. É um dos pais de Lc. Brierley's Ferry (x Lc. Amber Glow). Potinara Frank Gilmore 'Mendenhall' tem Cattleya Bow Bells em seus ancestrais. È uma grande e vigorosa amarela concolor com veios vermelhos "dowiana" sob a coluna.
As cattleyas bifoliadas possuem cada uma características únicas que são transmitidas à progênie. Cattleya (Guarianthe) aurantiaca possui segmentos estreitos, mas transmite para sua progênie sua cor variando de amarelo até laranja, boa substância, vigor e floração na primavera. É uma das matrizes da vigorosa e vermelha Slc. Jewel Box e avó da amarela concolor Blc. Bouton D'or e da vermelha-alaranjada Slc. Hazel Boyd. Uma forma muito boa é conseguida na segunda geração. eneration.
Cattleya bicolor, mencionada antes, transmite boa substância para flor junto com a forma do labelo, o vigor e floração durante o verão. As formas verdes de C. bicolor produziram alguns dos nossos mais conhecidos híbridos verdes de verão.
Cattleya aclandiae transmite seu hábito vegetativo anão e as listas escuras se transformam em pintalgados em seus híbridos. Cattleya Brabantiae (x C. harrisoniana) é um bom exemplo, com uma base rosa e pintalgado púrpura. Quando a C. Brabantiae foi cruzada com C. Mrs. Mahler (C. bicolor x C. leopoldii), o híbrido resultante, C. Fort Motte, é menor com mais flores mas agradavelmente pintalgado. Um cruzamento “sibling” de C. Fort Motte produziu um largo leque de cores e graus de pintalgado. Alguns eram rosas com pintalgado púrpura, mas outros eram verdes com pintalgado quase preto e alguns possuíam listas púrpuras escuras tão densas que cobriam quase todas as flores.
As cattleyas bifoliadas brasileiras tendem a florir nos meses de verão em novas brotações e isto é uma das características de seus híbridos. Elas também precisam ser replantadas quando em período de crescimento e nunca serem replantadas durante os meses de inverno.
Algumas espécies foram usadas na criação de híbridos de Cattleya compactos e miniatura.
Sophronitis coccinea produz plantas anãs e sua cor vermelha brilhante e lisa e sua forma espalmada são também transmitidas. Entretanto gera também hastes fracas com ovários grandes o que a deixa a flor virada para baixo. Os dois outros defeitos são a necessidade de temperatura fria e o sistema radicular escasso. Apenas algumas raízes grandes surgem do rizoma pequeno. Os híbridos precisam ser elaborados para dar mais tolerância ao calor e um sistema radicular melhor. Híbridos como Sc. Beaufort (x Cattleya luteola) e Sl. Orpetii (x L. pumila) foram um passo na direção de híbridos de cattleyas mais vigorosos.

Um número de híbridos modernos foi feito usando a Sc. Beaufort. Alguns deles foram produzidos usando mutações poliplóides que ocorrem no cultura do tecido. Nós fizemos a Sc. June Bug (Sc. Beaufort x C. bicolor) usando pais diplóides de cada lado. Os resultados foram marcadamente melhores (tamanho maior, melhor forma e melhor substância) quando os pais poliplóides foram usados
Uma grande parte de trabalho ainda precisa ser feito em todos os aspectos da hibridização de Cattleya. Nós precisamos melhor vigor e segurança nas florações das miniaturas. Nós precisamos de plantas compactas com flores grandes ( como na Blc. Knee Baby = Blc. Oconee x L. pumila). Nós precisamos de hastes que abram flores em sucessão (com a Iwanagara Apple Blosson = Blc. Orange Nugget x Dl. Snowflake). Nós precisamos de flores de maior duração, melhores verdes, verdadeiros azuis, plantas para parapeito com baixa necessidade de luminosidade e muito mais. As espécies que possuem estas qualidades estão fechadas em seus genes. Nós precisamos de pessoas com espírito de aventura para destrancá-las.


Gene Crocker
Carter and Holmes Orchids
P.O. Box 668
Newberry, SC 29108
gene@carterandholmes.com


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