Conferência Mundial de Orquídeas - 2008



Broughtonia negrilensis var semi-alba ‘Danny Bennett’
(planta coletada)
O gênero Broughtonia foi inicialmente descrito sob o sistema binomial de nomenclatura por Dr. Robert Brown of ‘Brownian motion’ fame em 1813 e nomeado em honra de Arthur Broughton, um botânico inglês que tinha trabalhado no Jamaica. Quando o gênero foi estabelecido, ele compreendia apenas uma única espécies – Broughtonia sanguinea - que é endêmica para a ilha caribenha Jamaica. Em 1961, Jack Fowlie descreveu Broughtonia negrilensis, uma espécie só encontrada no extremo sudeste da Jamaica e vegetativamente quase indistinguível de Broughtonia sanguinea, a não ser pela cor de sua folhagem, que tende a ser azulada. Os primeiros registros disponíveis indicam que Broughtonia sanguinea foi inicialmente nomeada por Sir Hans Sloane em 1696 como Viscum radice bulbosa minus, Delphinii flore rubro specioso. Segundo Withner (1996), a espécie foi introduzida no Kew Gardens em 1793, por Water Ewer e foi a primeira orquídea epífita a ser cultivada na Inglaterra.
O gênero Broughtonia é muito próximo de Cattleyopsis e Laeliopsis e alguns taxonomistas como Dressler (1966) e Adams (1971) incluíram ambos gêneros Cattleyopsis e Laeliopsis sob um único, Broughtonia.Outros como Sauleda e Adams (1984) e Withner (1996) preferiram manter estes gêneros separados.
A espécie foi muito bem conhecida durante muito tempo e foi inicialmente nomeada por Sir Hans Sloan (1696) antes da introdução do sistema por binomial por Lindley. Sloan a descreveu como “com belas flores vermelhas como uma Larkspur” (Adams, 1971). Em 1788, Swartz nomeou a espécie como Epidendrum sanguineum (Withner, 1996) e, em 1813, recebeu seu nome atualquando Robert Brown estabeleceu o gênero Broughtonia. A espécie é bastante comum na maior parte da costa e algumas áreas no interior da ilha. Ela ocorre em habitats marcadamente diferentes. Nas áreas da costa, ela é muito frequentemente encontrada em árvores e arbustos de florestas de terrenos calcáreos secos, muitas vezes muito próxima ao mar. Nestes locais, as plantas tendem a crescer muito próximas do chão ou em bolsões de pedras calcáreas e em galhos finos e com umidade elevada. Em outras áreas, principalmente no interior e especialmente onde a precipitação pluviométrica é elevada, ocorre em grandes árvores como a Guango (Samanea saman), uma leguminosa gigante. Nestas árvores, ela é encontrada no topo dos galhos onde as plantas estão aptas a se secarem muito rapidamente depois da chuva.
As flores de Broughtonia sanguinea variam, principalmente, do vermelho ao púrpura rosado com estrias bem pronunciadas. As plantas típicas carregam de 6 a 20 flores, em cachos no final de hastes, às vezes bifurcadas, com 20 a 35 polegadas de comprimento.
Broughtonia sanguinea var alba ‘Mem. Claude H. Hamilton’ AM/AOS
Broughtonia. sanguinea var aquinii aurea 'Sunset'
Broughtonia. sanguinea 'Peaches'
Broughtonia sanguinea 'Hamlyn's Peachy' JC-AOS x self
Broughtonia sanguinea var aurea 'Hamlyn' AM-AQ-AOS

As flores têm tipicamente de 3.5 a 4.5cm de largura. As florações se apresentam, normalmente, de forma circular, achatadas com pétalas e sépalas bem firmes e um labelo largo e estriado dando-lhe um aparência de uma Cattleya em miniatura. Plantas das áreas da costa sul da ilha tendem a ter um colorido mais claro, labelos maiores, forma mais aberta e com estrias mais pronunciadas do que aquelas originadas de áreas da costa norte. Eu suspeito de que muitas delas possam ser um híbrido desta espécie com algumas outras, possivelmente Broughtonia negrilensis ou alguma já outra já extinta. Plantas originárias das áreas da costa norte têm tendência a apresentarem, com mais freqüência, hastes bifurcadas ou eventualmente haste secundária ou mesmo terciária do que as plantas originárias de áreas da costa sul. O pseudobulbo compacto e achatado carrega de 1 a 4 folhas carnudas que possuem margens lisas. Os pseudobulbos têm 2 nós ou cicatrizes que os circundam, diferente de Laeliposis domingensis onde as cicatrizes e nós são marcadamente elevados e as margens da folha são irregularmente dentadas.
Existem duas principais variedades de cor. Existe a variedade alba (branca) e a aurea (amarela). Há muitas outras formas de cor. As mais comuns são as nuances que vão do rosa até o púrpura mas tem a semi-alba, aquinii, pêssego e diversas outras cores, encontradas na natureza ou produzidas artificialmente a partir de sementes.

Broughtonia negrilensis foi inicialmente descrita por Dr. Jack Fowlie, em 1961, no American Orchid Society Bulletin. Ela foi por muito tempo confundida com duas outras espécies, Laeliopsis domingensis (Lindley) Lindley, uma espécie da ilha Hispaniola, dividida entre Haiti e a República Dominicana, e Cattleyopsis lindenii (Lindley) Cogniaux de Cuba e das Bahamas. Broughtonia negrilensis Fowlie foi também chamada de Broughtonia lilacina Northrop, um sinônimo de Laeliopsis domingensis (Lindley) Lindley. Vegetativamente, ela é quase idêntica à Broughtonia sanguinea exceto pela folhagem que tem uma coloração verde azulada embaçada que é detectável pelos experientes cultivadores.
As flores Broughtonia negrilensis se apresentam tipicamente em nuances de lavanda com estrias escuras muito pronunciadas. O labelo é longo e em forma de trumpete e firmemente dobrado de tal maneira que encobre a coluna totalmente e muito maior do que o da Broughtonia sanguinea; a base do labelo tem pelos amarelados. Muito frequentemente as sépalas e pétalas se arqueiam ligeiramente para frente dando uma ligeira aparência de taça embora não tanto quanto Laeliopsis domingensis. Uma variedade branca é também conhecida mas é raramente vista em cultivo.
Por ter sido muito confundida, no passado com Laeliopsis domingensis, muitos híbridos atribuídos a esta última espécie são, na verdade, híbridos desta espécie. Em 1984, Dr. Ruben Sauleda escrevendo em Rhodora (1984) nomeou o híbrido natural de Broughtonia jamaicensis (Bro. sanguinea x Bro. negrilensis) e em1984, em artigo na“The Orchid Digest” ele assinala diversas diferentes entre a Bro. negrilensis e Lps. domingensis. Nenhum híbrido destas eram aceitos pela International Orchid Registrar até 1985 quando Bro. Seagull’s Jamaica foi registrada ( mais tarde modificada para Bro. Jamaicensis).
As cápsulas de semente de Broughtonia negrilensis assim como Broughtonia sanguinea atingem a maturidade muito rapidamente, levando aproximadamente 35 dias. Híbridos primários herdam tipicamente o grande labelo tubular. Em sua maioria, estes híbridos são anãos e com floração precoce produzindo de 4 a 5 flores em inflorescências eretas como a Broughtonia sanguinea. Eles tendem a se apresentar principalmente em nuances de lavanda, com estrias muito distintas como estriado nas pétalas. Alguns híbridos de branco puro foram obtidos recentemente. Talvez o mais notável deles seja Ctna. Jamaica Gypsy alba ‘Hamlyn’ (Bro. negrilensis var alba ‘Hamlyn’ CHM/AOS x C. bowringiana alba ‘Hamlyn’ CHM/AOS)


Ctna. Jamaica Gypsy alba ‘Hamlyn’


HÍBRIDOS


Lpna. Hamlyn’s Masterpiece ‘Phillip Hamilton’ AM/AQ/AOS
(Bro. sanguinea aurea ‘Andrew’ AM/AQ/AOS x Lpna. Kingston alba ‘Hamlyn’ AM/AOS)
W.W.G. Moir of Hawaii foi a primeira pessoa a registrar um híbrido de Broughtonia, na Royal Horticultural Society. No início dos anos 50, ele visitou diversos países do Caribe e obteve plantas de diversas orquídeas nativas da área que mais tarde ele usou para fazer híbridos. Um dos primeiros híbridos que ele obteve foi a Ctna. Rosy Jewel que foi registrada em 1956. É um híbrido de Broughtonia sanguinea da Jamaica e Cattleya bowringiana de Belize, então conhecida como Honduras Britânicas. Alguns soberbos clones deste híbrido ainda fazem parte de coleções atuais. Elas são plantas compactas ou anãs que crescem muito bem e florescem precocemente, em pequenos vasos. Muitos deles vão florescer pela primeira vez em vasos de 2". Eles tendema produzir múliplas brotações e muitos florescem em todos os novos brotos, produzindo diversas florações durante o ano. As flores, embora comparativamente pequenas, abrem sequencialmente na inflorescência e que muito frequentemente, produz hastes secundárias. O autor teve floração de híbridos de Broughtonia com 54 flores e botões em uma inflorescência com o total de 5 inflorescências em uma planta crescendo num vaso de 4.5”.
Embora Broughtonia se cruze livremente com diversas espécies dentro de Laelinae, não há registro de híbrido primário com nenhuma espécie de Cattleya unifoliada, os maioreshíbridos de unifoliadas or com Rhyncholaelia.
Híbridos primários populares de Broughtonia entretanto têm sido usados com as Catttleyas bifoliadas ou espécies de outros gêneros. Estes foram então usados como substitutos para introduzir os genes de Broughtonia em espécies ou híbridos de flores grandes. Em geral, estes cruzamentos produzem plantas que possuem grandes florações mas com um número menor que os híbridos com bifoliadas.
Nos primeiros anos de hibridação de Broughtonia, talvez o mais popular e bem sucedido híbrido fosse a Ctna. Keith Roth (Bro. sanguinea x C. bicolor) criado porFields Orchids de Miami, Flórida e registrado em 1966. Este grex foi usado para produzir muitos híbridos que se tornaram muito populares em meados da década de setenta durante a crise do petróleo quando os cultivadores dos Estados Unidos procuravam plantas que florescessem com freqüência e que não precisavam de muito espaço esm suas estufas. f Ctna. Jamaica Red (Bro. sanguinea x Ctna. Keith Roth), Lctna. Roy Fields (Ctna. Keith Roth x Lc. Mattie Shave) and Stlmra. Kelly (Ctna. Keith Roth x Brassavola nodosa) ainda alguns dos melhores de uma longa lista de híbridos com Ctna. Keith Roth, cuja grande maioria não foi registrada. Sua popularidade provavelmente levou à sua decadência. No anos 80, foi cruzado virtualmente com qualquer híbrido ou espécie que pudesse manter uma cápsula. O resultado foi uma excesso de híbridos pobres que claramente mostravam seu ancestral. Houve uma uniformidade em muitos deles, já que quase todos eles tendem a apresentar nuances de lavanda até o púrpura avermelhado. Isto criou um estereotipo de híbrido de Broughtonia como sendo a pequena orquídea púrpura. Entretanto, nem todos estes híbridos eram púrpuras como a Otr. Maili’s Surprise (Ctna. Keith Roth x Blc. Waikiki Gold), que tinha tons de pêssego e outros não registrados. Em 1979, Stewart’s Orchids da Califórnia registrou Ctna. Why Not AQ/AOS (Bro. sanguinea x C. aurantiaca). Este grex se tornou muito popular anos mais tarde quando a H & R Orchids do Hawaii refez o cruzmento e vendo muitos seedlings de alta qualidade para os entusiastas. Um determinado clone, Ctna. Why Not ‘Roundabout’ AM/AOS, chamou particularmente a atenção. Ele tem um vermelho vivo com um disco amarelo grande na garganta. Ctna. Why Not foi usada para produzir um grande número de híbridos muito atraentes, que se sobressaiu pela ser muito florífero, boa substância, floração precoce e facilidade de cultivo. Se destacam entre eles a Ctna. Henry Wan (Bro. negrilensis x Ctna. Why Not), Ctna. Cosmo-sanguine (Broughtonia sanguinea x Ctna. Why Not), Ctna. Starrlyn (Ctna. Capri x Ctna. Why Not), Lctna. Ernest Cromwell (Lctna. Dal’s Toy x Ctna. Why Not), Osmt. Richard Fulford (Lpna. Kingston x Ctna. Why Not), Hknsa. Keepsake (Slc. Precious Stones x Ctna. Why Not) e Smbctna. Jamaica Fire (Schom. brysiana x Ctna. Why Not). Todos estes híbridos são notáveis por seu vermelho vivo e tons de amarelo e sua capacidade de florir. Poucos híbridos amarelos e brancos foram produzidos. Um dos primeiros e certamente o mais popular híbrido branco de Broughtonia hybrids é Ctna. Maui Maid (Bro. sanguinea x C. Hawaiian Variable). Alguns dos modernos híbridos brancos incluem Osmt. Jamaica Love alba (Ctna. Orglade’s Little Lover x Lpna. Kingston alba), Lpna. Hamlyn’s Masterpiece AQ/AOS (Bro. sanguinea aurea x Lpna. Kingston alba, Ctna. Jamaica Joy alba ‘Hamlyn’ HCC/AOS (Bro. sanguinea var aurea x Ctna. Capri) e Ctna. Jamaica Gypsy alba (Bro. negrilensis alba x C. bowringiana alba). Há alguns novos híbridos usando o amarelo, uma forma pelórica de Broughtonia sanguinea. Notáveis entre eles estão a Lpna. Hamlyn’s Masterpiece (formas áureas), Ctna. Jamaica Joy var aurea. Atualmente, o número de híbridos muitos vistosos de Broughtonia hybrids podem ser encontrados no comércio. Alguns destes são híbridos de Ctna. Capri ‘Lea’ AM/AOS (Ctna. Jamaica Red x C. intermedia var aquinii) e possuem um flameado ou nuances nas pétalas. Um bom exemplo disto é a Ctna. Quest’s Millennium (Ctna. Jamaica Red x Ctna. Capri). OUtros têm Lctna. Peggy-San ‘Cynosure’ AM/AOS com um ancestral com flameado mais vivo nas pétalas. Um deles é a surpreendente Hknsa. Sogo Doll (Lctna. Peggy San x Slc. Katsy Noda). Ctna. Orglade’s Little Lover produziu muitos híbridos atraentes incluindo albas. Entre eles tem a Ctna. Jamaica Gem (Ctna. Orglade’s Little Lover x Ctna. Capri) um híbrido de com muitos clones que consistentemente produzem mais de quinze flores em uma inflorescência e com diversas inflorescência. Lpna. Kingston alba ‘Hamlyn’ AM/AOS (Bro. sanguinea aurea x Lps. domingensis alba) foi criado por William Osment e Cuba e Hollywood, Flórida. Elas são plantas de crescimento vigoroso que florescem uma vez por ano, produzindo atraentes flores de branco puro em inflorescências eretas. O senhor. Osment só teria me vendido um vaso de 2” de cada vez e assim eu julguei necessário lhe visitar várias vezes para comprar um número de seedlings. Este clone produziu muitos híbridos atraentes, em uma variedade de cor indo do branco ao amarelo e do lavanda até o púrpura. Os dois grexes foram agraciados pelos juízes da American Orchid Society com o prestigiado Award of Quality. Eles eram Osmt. Elizabeth Hamilton (Lpna. Kingston alba x Ctna. Maui Maid alba) e Lpna. Hamlyn’s Masterpiece (Bro. sanguinea aurea x Lpna. Kingston alba).
Muitos de nossos modernos híbridos de Broughtonia foram feitos com a forma pelórica da espécies– Broughtonia sanguinea var aurea ‘Hamlyn’ AM/AQ/AOS. Este clone consistentemente produz brotações numa varieddade de cor muito ampla, com pétalas sobrepostas, com pétalas comparativamente largas, labelo grande com forma muito vistosas. Deriva de um grex que foi agraciado com um Award of Quality, e usado, por sua vez, para produzir outro grex que também recebeu um Award of Quality da American Orchid Society.
Qual o futuro da hibridação Broughtonia? Nós precisamos não somente visar produzir híbridos com grande variedade de cores mas também procurar a melhor disposição na inflorescência. Mais híbridos precisam ser feitos usando as muito atraentes mais difíceis espécies de serem encontradas como Ctps. lindenii e Ctps. ortgiesiana. Ctps. ortgiesiana tem o potencial de produzir flores que são melhor distribuídas na inflorescência, com melhor espaço entre as flores mas tendem a ter uma inflorescência mais fraca. a Formas tetraploides desta espécie deverão ajudar a corrigir este problema. A hibridação de Broughtonia avança e não está mais em sua infância. Ainda há muito coisa a ser feita e muitos novos híbridos a serem criados.
Ctna. Jamaica Joy alba ‘Hamlyn’ HCC/AOS
Ctna. Jamaica Gypsy ‘Hamlyn’
(Bro. negrilensis alba x C. bowringiana alba)






Smbctna. Jamaica Fire
Broughtonia sanguinea var aurea ‘Hamlyn’ AM/AQ/AOS.


Other Hybrids

Ctna. Jamaica Joy 'Claudia'
Ctna. Joy 'Jay'
Osmt. Ernest Cromwell
Smbna. Elaine Fisher 'Hamlyn' HCC-AOS

REFERENCES
Adams, C.D. (1971). Broughtonia – A brief review. The Florida Orchidist Vol. 13, P. 8 – 11
Adams, C.D. (1971). Broughtonia again. The Florida Orchidist. Vol. 14, P. 101 – 105.
Adams, C.D. (1972). Flowering Plants of Jamaica. University of the West Indies, Mona,
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Fawcett, W. & Rendle, A.B. (1910) Flora of Jamaica, Vol. 1. British Museum, London
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Fowlie, J.A. (1961). Obscure species – Broughtonia species compared. Orchid Digest
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Sauleda, R.P. & Adams, R.M. (1984) A reappraisal of the orchid genera
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Sauleda, R.P & Adams, R.M. (1989). Revision of the West Indian genera Broughtonia,
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Sloane, H. (1696) Catalogus plantarum quae in insula Jamaica sponte proveniunt. D.
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Withner, C.L. (1996), The Cattleyas and their relatives. Volume IV. The Bahamian and
Caribbean species. Timber Press, Portland, Oregon.



Fotos por Claude W. Hamilton


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