Gênero estabelecido por Lindley em 1828 e publicado no Botanical Register 14 sub t. 1147.

Etimologia: Grego Sophron - casto, modesto e pequeno.

O gênero foi descrito tendo como espécie-tipo a Sophronitis cernua Lindl. Esta espécie possui flores que podem ser consideradas modestas se comparadas com as das outras, justificando o nome empregado.
O gênero possui 9 espécies e tem como características principais o fato de suas plantas serem de pequeno porte, os pseudobulbos agrupados, o labelo séssil na base da coluna, pequenas asas nas laterais da cavidade estigmática e a coluna pequena com 8 políneas. O colorido de suas flores é, em sua maioria, vermelho e as variedades podem ser amarelas, rosa-salmon, coral, rosa e vermelho vivo e a forma alba é rara (veja artigo, nessa edição, do Professor doutor Agnaldo Arroio sobre as substâncias químicas relacionadas às cores das flores: Flavanóides, Caretenóides e Clorofilas).



Espécie ocorrência Altitude Proposta de Cassio Van den Berg (*)
S. acuensis Fowl. RJ 1800/2100m Cattleya acuensis (Fowlie) Van den Berg]
S. alagoensis Castro Neto & Chiron AL 150/840m Cattleya alagoensis (V. P. Cristo & Chiron) Van den Berg
S. bicolor Miranda ES   Cattleya dichroma Van den Berg
S. brevipedunculata (Cogn.) Fowl. ES, MG, RJ 1.500/2000m Cattleya brevipedunculata (Cogn.) Van den Berg
S. cernua Lindl. AL, BA, ES, GO, MG, PE, PR, RJ, RS, SC, SP nível do mar até 700m Cattleya cernua (Lindl.) Van den Berg
S. coccinea (Lindl. ) Rchb. f. MG, RJ, SP 650/1500m Cattleya coccinea Lindl.
S. mantiqueirae Fowl BA, MG, PR, RJ, RS, SC, SP 1200/1900m Cattleya mantiqueirae (Fowlie) Van den Berg
S. pygmaea (Pabst) Whitner ES, RJ   Cattleya pygmaea (Pabst) Van den Berg
S. wittigiana Barb. Rodr. ES, MG 700/2000m Cattleya wittigiana (Barb. Rodr. ) Van den Berg

(*) Cassio Van Den Berg, em trabalho publicado em Neodivesity 3:3-12. 2008. 3-12 "New combinations in the genus Cattleya Lindl. (Orchidaceae)" propõe novas combinações e nomes em Cattleya para abrigar espécies incluídas nos gêneros Laelia e Sophronitis.



      ESPÉCIES

Sophronitis acuensis Fowl.
Ochid Digest 39 (3):147-151- 1975

Etimologia: Menção à localização de seu habitat.
Planta pequena com cerca de 5cm de altura. Possui pseudobulbos que vão de arredondados a ovalados. Floresce em novembro e dezembro (final da primavera, princípio do verão). O autor descobriu esta espécie vegetando como epífita no Pico do Açu (daí a origem de seu nome), próximo do ponto mais elevado da Serra dos Órgãos, numa área muito restrita embora tenha sido também encontrada em outra área também limitada vegetando sobre as rochas. A variedade xanthocheila Hort. tem o labelo completamente amarelo com riscas vermelhas (Fowlie, Orchid Digest Jan-Feb-Mar.1987). Em cultivo, necessita do máximo de luz sem sol direto que possa queimar suas folhas.



Sophronitis alagoensis Castro Neto & Chiron
Richardiana III(2) - avril 2003: 101.105

Planta encontrada no estado de Alagoas, vegetando a 150m de altitude. Difere da Sophronitis cernua por seu porte dois vezes menor e pelas flores que são cerca de 50% menores. As folhas são mais arredondadas. O labelo é trilobado e um pouco mais alongado que a outra espécie. A parte amarelo do labelo é mais estendida e o calo e a coluna mais longos. Floresce na primavera (setembro/novembro).




Foto Alvaro Pessôa

Sophronitis bicolor Miranda
Die Orchidee 42(5):277-230. 1991
Etimologia: Do latim bicolor com duas cores, refirindo-se ao contraste do colorido do labelo amarelo-alaranjado com o vermelho dos demais segmentos. Planta robusta, no habitat, suas folhas podem atingir até 15cm de comprimento. Floresce no outono/inverno (abril/junho).
Flores variando de alaranjadas a vermelho-intensas, mais claras externamente, com labelo amarelo a alaranjado com estrias longitudinais vermelhas. Anteriormente esta espécie era conhecida como Sophronitis coccinea do Espírito Santo.
(desenho e informações obtidas do artigo de Francisco Miranda, na revista Orquidario, vol 6 nº2, 1992, com autorização do autor).



Sophronitis brevipedunculata (Cogn.) Fowlie
Etimologia: Brevi (curto): referência ao pedúnculo muito curto.
Cresce nas Vellozia ou diretamente sobre as roochas cobertas de liquens e de vegetações de porte pequeno.
Descrita como Sophronitis wittigiana var. brevipedunculata Cogn. foi publicada na Flora Brasiliensis, Vol. III, Part. V p. 318. O próprio autor notou diferenças que o fez escrever " uma espécie distinta?".
De acordo com Flowlie (Orchid Digest Jan-Feb-Mar 1987), esta espécie habita a parte alta das montanhas crescendo nas Vellozia e rochas. Possui flores bem grandes e, muitas vezes, de forma muito boa com veios bem pronunciados. Seus pseudobulbos semi-globulosos se desenvolvem de maneira rastejante formando duas fileiras, alternando direita/esquerda e mesmo em cultivo em vaso ou casca de árvore mantêm este tipo de crescimento.
Suas folhas são pequenas e surge apenas uma por pseudobulbo.
Suas flores surgem do ápice do pseudobulbo a partir de um pedúnculo muito curto (daí a razão de seu nome) e seu tamanho varia de 4 a 7.5cm. de diâmetro.
Na natureza, floresce entre maio e junho ou seja, no outono e inverno, quando o tempo é bom, ensolarado com noites bastante frias nas altitudes em que ela ocorre. David Miller & Richard Warren (Serra dos Órgãos, sua história e suas orquídeas) informam que o período de floração em Macaé de Cima vai de agosto até outubro e, ocasionalmente, em abril e acrescentam que as flores duram até 3 semanas.
Em cultivo, mantenha de preferência em pequenas troncos de árvore rugosa ou placas de madeira. Luz moderada para intensa, clima frio com redução de rega no inverno. Cuidado com o sistema de drenagem.
Sinônimo:
Sophronitis wittigiana Barb. Rodr. var. brevipedunculata Cogn. = Sophronitis brevipedunculata (Cogn.) Fowlie.


Sophronitis cernua Lindl.
Etimologia: feminino do adjetivo latino cernuus: prostado, rastejante (Dicionário Etimológico das Orquídeas do Brasil - Pe. José Gonzáles Raposo)
Uma planta encontrada nas imediações da cidade do Rio de Janeiro, foi usada para descrever o gênero. Cresce em árvores ou em rochas em terras baixas próximas ao mar e também um pouco mais para o interior. Suas flores nascem em número de 2 a 7 flores em haste de até 5cm de comprimento. O diâmetro das flores varia de 2 a quase 3cm e seu colorido é laranja-avermelhado e existe um forma "amarela". Floresce no outono e no inverno. Guido Pabst, na chave para as espécies da Guanabara, informa que a Sophrinitis cernua tem folhas ovoides, ovário 6-costado com ápice afinado em curto pescoço e a S. pterocarpa tem as folhas circulares ou largamente elíticas, ovário nitidamente 6-alado com ápice afinado em pescoço comprido. A seguir informa que até aquele momento, não viu nenhum aplanta que pudesse ser identificada como S. pterocarpa e que lhe parece que melhores estudos, especialmente do material típico, revelarão a identidade desta planta com a S. cernua. A parte vegetativa é tão variável que dificilmente poderia residir na forma da folha um característica suficente para a separação das espécie. Diz ainda que a ilustração de Kraenzlin como sendo S. pterocarpa nada mais do que a própria S. cernua.
Sub-especies e Variedades (segundo Fowlie):
Sophronitis cernua subs. mineira
Sophronitis cernua
subs. mineira
var. endsfeldzii Hort. (amarelo pálido - albino)
Sophronitis cernua var cernua (também conhecida como litoranea);
Sophronitis cernua var. lowii Hort. ex Decker (flores amarelo limão);
Floresce no outono e inverno e suas flores podem durar até 3 semanas.
Esta espécie e S. alagoensis são as únicas duas do gênero que podem ser cultivadas em clima quente. Deve ser regado com abundância com diminuição no inverno. Devido ao seu tipo de crescimento, pode ser cultivado em pequenos troncos ou placas de madeira.
Sinônimos:
Cattleya cernua (Lindl.) Beer
Epidendrum humile Vell.
Sophronia cernua Lindl
Sophronia modesta Lindl.
Cattleya pterocarpa Beer
Sophronitis cernua var. pterocarpa Hort.
Sophronitis hoffmannseggii Rchb. f.
Sophronitis isopetala Hoffmsgg.
Sophronitis modesta Lindl.
Sophronitis nutans Hoffmsgg.
Sophronitis pterocarpa Lindl. & Paxton .
Sophronia pterocarpa (Lind. & Paxton) Kuntze


Sophronitis coccinea (Lindl.) Rchb. f.

Etimologia: Feminino do adjetivo latino coccineus: de colorido escarlate, cor vermelha muito viva (Dicionário Etimológico das Orquídeas do Brasil - Pe. José Gonzáles Raposo).
Descrita em 1836, como Cattleya coccinea Lindl. em 1864, foi transferida para o gênero Sophronitis. Seu habitat se situa entre 600 e 1.500m de altitude, em Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. Cresce em árvores ou diretamente sobre a rocha, em locais bem iluminados ou mesmo exposta diretamente ao sol. Planta bastante exigente no tocante ao clima que deve ser frio, necessita boa rega com uma redução no inverno. Suas flores que medem de 3 a 7cm de diâmetro, nascem solitárias de uma haste que pode ter até 7cm de comprimento. A base do labelo apresenta a cor amarela ou laranja. Floresce do outono até o princípio da primavera.
Ecotipos e variedades (Orchid Digest Jan-Feb-Mar 1987)
Sophronitis coccinea ecotipo militaris, ecotipo coccinea e ecotipo insolaris.
Sophronitis coccinea var. rossiteriana (Barb. Rodr.) Pabst & Dungs, var. pallens Hort (conhecida como var. abóbora), borboleta Hort.
Sinônimos
Cattleya coccinea Lindl.
Cattleya
grandiflora (Lindl.) Beer
Eunannos coccinea (Lindl.) Porto & Brade
Sophronia coccinea Kuntze
Sophronia militaris Kuntz
Sophronitis coccinea f. rossiteriana (Barb. Rodr.) Pabst & Dungst
Sophronitis grandiflora Lindl.
Sophronitis lowii
(Hort.) Curtis
Sophronitis militaris
Rchb. f.
Sophronitis rossiteriana Barb. Rodri.




Sophronitis mantiqueirae (Fowlie) Fowlie
Etimologia: genitivo de Mantiqueira (Serra da), lugar do habitat (Dicionário Etimológico das Orquídeas do Brasil - Pe. José Gonzáles Raposo)
Inicialmente considerada como uma subespécie da S. coccinea. Cresce sobretudo em Minas Gerais, entre 1.200 e 1900m de altitude com populações isoladas em diversos estados incluindo a Bahia. Suas flores são muito parecidas com as da Sophronitis coccinea. Seu ambiente é de muita umidade e a temparatura não excede em geral, 20 º no verão com mínima de zero e máxima de 15º no inverno. Floresce no meio do verão. Divide seu habitat com Dryadella lilliputana, Oncidium concolor, O. longicornu e O gardneri. Floresce no verão.
Variedade:
Sophronitis mantiqueirae var. parviflora Pabst
Sophronitis mantiqueirae var. varonica Hort. (cor de salmon, coletada no Pico de Itambé).
Sinônimos:
Sophronitis coccinea (Lindley) Rchb. f. ssp. mantiqueirae Fowlie
Sophronitis coccinea var. parvilfora Hort.



Sophronitis pygmaea (Pabst) Withner
The Cattleyas and Their Relatives Volume III. Pág. 77

Etimologia: Feminino de pygmaeus, anão (Dicionário Etimológico das Orquídeas do Brasil - Pe. José Gonzáles Raposo).
Espécie descoberta por Kautsky nas montanhas do Espírito Santo, foi inicialmente considerada como uma subespécie da Sophronitis coccinea. Cresce em galhos e troncos de árvores ou sobre a rocha, às vezes exposta diretamente ao sol. Flores muito pequenas mal atingindo 2cm de diâmetro e nascem isoladas do ápice do pseudobulbo. São laranja-avermelhadas e o labelo é amarelo-alaranjado com venações avermelhadas. Floresce no outono e inverno. Deve ser cultivada em placas de madeira em locais de frio e luminosidade elevada sem sol direto. Muito cuidado para que não fique muito tempo seca no intervalo das regas.
Sinônimo:
Sophronitis
coccinea (Lindley) Rchb. f. subsp. pygmaea Pabst



Sophronitis wittigiana Barb. Rodr.
Etimologia: adjetivo formado de Wittig, sobrenome (Dicionário Etimológico das Orquídeas do Brasil - Pe. José Gonzáles Raposo).
É a maior de todas as espécies do gênero, muito conhecida como Sophronitis rosea.
Francisco Miranda ( Brazilian Orchids, Sodo Publishing, 1995, página 172) informa que esta espécie só ocorre em floresta tropical no estado do Espjírito Santo e pode ser avundante acima de 800m, onde vegeta em floresta úmida e sombreada.
Érico de Freitas Machado (História do Patrimônio Natural do Espírito Santo - Orquídeas, 2008 - page 58) mostra que sua coloração vai do rosa escuro ao rosa claro e inclui uma variedade alba. Informa ainda que ela é encontrada principalmente nos municípios de Domingo Martins, Santa Leopoldina e Santa Teresa e que seu raio de dispersão pode atingir outras áreas do estado e sua ocorrência é mais constante entre 600 e 900m de alitude, surgindo em galhos altos de grandes árvores, de preferência em matas ralas, de terreno arenoso onde a evaporação do solo é mais intensa. Ocorre em conjunto com a Sophronitis pygmaea, Onc. welteri, Onc. gardineri, Cattleya warneri, C. velutina e Scuticaria hadwenii entre outras espécies. Floresce no inverno (meses de junho e julho)
Sinônimo:
Sophronitis violacea O’Brien
Sophronitis grandiflora var. rosea Hort.
Sophronitis rosea Hort. ex Gatiling


Hibridação
Em hibridação, importância da Sophronitis se prende ao fato de reduzir drasticamente o tamanho da planta resultante e sua capacidade de transmitir seu intenso colorido. Assim sendo, sua progenie se caracteriza por possuir flores vermelhas ou alaranjadas e pelo porte pequeno.
A espécie mais utilizada é a Sophronitis coccinea seguida, com menos intensidade, da Sophronitis cernua e da Sophronitis brevipedunculata.


Sophronitis Arizona
Sophrolaeliocattleya Jewel Box


Sophrocattleya Mini Collins ‘ Pink Sherbet’



Slc.
Hazel Boyd
Um dos híbridos mais clássicos é Slc. Hazel Boyd, cruzamento da Slc. California Apricot e a não menos famosa Slc. Jewel Box.
Em sua composição, a Sophronitis coccinea é dominante com quase 30%, seguida da Cattleya aurantiaca com um pouco menos.
Segundo Álvaro Pessoa, em artigo publicado na revista Orquidario volume 4- nº 4 (1990) denominado "Sophronitis, contribuindo para miniaturização de Cattleyas", não foi só o tamanho que tornou este gênero decisivo. Salienta que é verdade que o vermelho original não consegue dominar o amarelo, mas, em compensação, acentua o magenta dos lilases, dá cor de pitanga quando cruzada com tons de laranja ; capta o pintalgado da C. schilleriana e C. aclandiae para se transformar em verdadeiros tons de rubi e cria vermelhos inacreditáveis.
Potinara Free Spirit
Sophrolaeliocatleya Barefoot Mailman

Em contrapartida, o pedúnculo curto faz com que a progênie produzam hastes florais curtas ou quando mais longas, flácidas e tem um tempo demasiado longo para se desenvolver e sem o mesmo vigor característicos dos cruzamentos.
Ele acrescenta que, em alguns cruzamentos, a cor vermelha só se apresenta no labelo.
Naturalmente que, passados tantos anos, estes problemas foram minimizados.

Potinara Little Toshie
Sophrocattleya Seagulls Raindrop
(C. Chocolate Drop x S. coccinea)

Sophrolaeliocattleya Ayrton Senna
Sophrolaeliocattleya Tutankamen

Sophrolaelia (Laelia milleri x Sophronitis acuensis)
Sophrolaelia Marriottiana

Potinara Little Toshie 'Golden Country' - 'H & R'
Potinara Conrad Richards

Sophronitis Orbiter



Composições dos híbridos artificais com o gênero Sophronitis

Allioniara Allr Cattleya x Laelia x Myrmecophila x Sophronitis
Barkonitis Bknts Barkeria x Sophronitis
Bishopara Bish Broughtonia x Cattleya x Sophronitis
Brassophranthe Bsp Brassavola x Guarianthe x Sophronitis
Brassosophronitis Bnts Brassavola x Sophronitis
Buiara Bui Broughtonia x Cattleya x Epidendrum x Laelia x Sophronitis
Clarkeara Clka Brassavola x Cattleya x Diacrium x Laelia x Sophronitis
Conphronitis Conph Constantia x Sophronitis
Dieselara Dsla Laelia x Schomburgkia x Sophronitis
Epibrassonitis Epbns Brassavola x Epidendrum x Sophronitis
Epiphronitis Ephs Epidendrum x Sophronitis
Fergusonara Ferg Brassavola x Cattleya x Laelia x Schomburgkia x Sophronitis
Gladysyeeara Glya Brassavola x Broughtonia x Cattleya x Cattleyopsis x Diacrium x Epidendrum x Laelia x Sophronitis
Guarisophleya Gsl Cattleya x Guarianthe x Sophronitis
Hackerara Hkr Cattleya x Epidendrum x Laelia x Oerstedella x Sophonitis
Hartara Hart Broughtonia x Laelia x Sophronitis
Hasegawara Hasgw Brassavola x Broughtonia x Cattleya x Laelia x Sophronitis
Hawkinsara Hknsa Broughtonia x Cattleya x Laelia x Sophronitis
Herbertara Hbtr Cattleya x Laelia x Schomburgkia x Sophronitis
Higashiara
Hgsh
Cattleya x Diacrium x Laelia x Sophronitis
Izumiara
Izma
Cattleya x Epidendrum x Laelia x Schomburgkia x Broughtonia
Johnyeeara
Jya
Brassavola x Cattleya e Epidendrum x Laelia x Schmburgkia x Sophronitis
Kirchara
Kir
Cattleya x Epidendrum x Laelia x Sophronitis
Lowara
Low
Brassavola x Laelia x Sophronitis
Matsudaara
Msda
Barkeria x Cattleya x Laelia x Sophronitis
Milspaughara
Mlsp
Brassavola x Cattleya x Laelia x Myrmecophila x Soprhonitis
Mooreara
Mora
Brassavola x Broughtonia x Cattleya x Laelia x Shcomburgkia x Sophronitis
Nuccioara
Nuc
Cattleya x Caularthron x Laelia x Sophronitis
Panczakara
Pzka
Brassavola x Epidendrum x Laelia x Sophronitis
Potinara
Pot
Brassovola x Cattleya x Laelia x Sophronitis
Rhynithanthe
Rtt
Guarianthe x Rhyncholaelia x Sophronitis
Rynitis
Rhn
Rhyncholaelia x Sophronitis
Rolfeara
Rolf
Brassavola x Cattleya x Sophronitis
Rothara
Roth
Brassavola x Cattleya x Epidendrum x Laelia x Sophronitis
Sallyyeeara
Sya
Brassavola x Broughtonia x Cattleya x Cattleyopsis x Diacrium x Epidendrum x Laelia x Schomburgkia x Sophronitis
Schombonitis
Smbts
Schomburgkia x Sophronitis
Severinara Sev Diacrium x Laelia x Sophronitis
Sophranthe Srt Guarianthe x Sophronitis
Sophrocattleya Sc Cattleya x Sophronitis
Sophrolaelia Sl Laelia x Sophronitis
Sophrolaeliacattleya Slc Cattleya x Laelia x Sophronitis
Staalara Staal Barkeria x Laelia x Sophronitis
Stacyara Stac Cattleya x Epidendrum x Sophronitis
Stanfieldara Sfdra Epidendrum x Laelia x Sophronitis
Trisuloara Tsla Barkeria x Brassavola x Cattleya x Epidendrum x Laelia x Sophronitis
Vacherotara Vach Brassavola x Broughtonia x Cattleya x Epidendrum x Laelia x Sophronitis
Yeeara Yra Brassavola x Broughtonia x Cattleya x Epidendrum x Laelia x Schomburgkia x Sophronitis

Observações:

O gênero Sophronitis foi aqui considerado em seu sentido tradicional (senso) .
Para as alterações propostas, consulte os trabalhos dos autores:
1- Cássio Van den Berg & Mark W. Chase, Nomenclatural Notes on Laeliinae I, Lindleyana 15(2): 115-119.2000, proposta de novas combinações no gênero Sophronitis para acomodar as espécies brasileiras do gênero Laelia, baseados em análise do DNA e
2- Nomenclatural Notes on Laeliinae II, Lindleyana 16(2): 109-112.2001. Cassio Van Den Berg, Neodivesity 3:3-12. 2008. 3-12 "New combinations in the genus Cattleya Lindl. (Orchidaceae)" propõe novas combinações e nomes em Cattleya para abrigar espécies incluídas nos gêneros Laelia e Sophronitis.
3- Chiron & Paiva Castro Neto, Révision des espèces brésiliennes du genre Laelia Lindley. Richardiana II (I) Janvier 2002 e, em Português, no site Brazilian Orchids/Orchid News (http://www.delfinadearaujo.com/on/on17/paginas/summary.htm).
4- No desmembramento do gênero Laelia proposta por Guy R. Chiron e Vitorino P. Castro Neto, publicado em Richardiana II(I) Janeiro 2002, o gênero Hadrolaelia (Schlechter) Chiron & V. P. Castro] foi proposto para abrigar as espécies da seção Hadrolaelia Schltr. 1917 e parte da sub-seção Lobatae Cogniaux, l901, seção Crispae Pftizer do gênero Laelia assim como as espécies de Sophronitis, denominando Hadrolaelia seção Sophronitis


Conceitos excluídos (outros sinônimos)

Sophronitis australis
Cogn. = Constantia australis (Cogn.) Porto & Brade
Sophronitis ochroleuca hort. Ex Regel = Maxillaria parviflora (Poeppig. & Endl.) Garay
Sophronitis rupestris (Barb. Rodr.) Cogn. = Constantia rupestris Barb. Rodrig.

Bibliografia
Barbosa Rodrigues - Iconographie des Orchidées du Brési- edição de Samuel Sprunger - 1996
Carl L. Withner - The Cattleyas and Their Relatives Volume III - 1993
Chiron & Castro Neto - Un nouveau Sophronitis (Orchidaceae) du Nordeste (Brésil) - Richardiana - III (2) Avril 2003
Cogniaux - Martii - Flora Brasiliensis
David Miller & Richard Warren, Orquídeas do Alto da Serra da Mata Atlântica Pluvial do Sudeste do Brasil, l996
David Miller & Richard Warren (Serra dos Órgãos, sua história e suas orquídeas)
Érico de Freitas Machado - História do Patrimônio Natural do Espírito Santo - Orquídeas, 2008 - página 58
Francisco Miranda, na revista Orquidario, vol 6 nº2, 1992
Francisco Miranda ( Brazilian Orchids, Sodo Publishing, 1995, página 172)
Guido Pabst - "As Orquídeas do Estado da Guanabara" - Revista Orquídeas Vol 28 - 1966
Jim & Barbara McQueen - Orchids of Brazil - The World of Orchids 2 1993



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